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No… I’m not fine… 27 fevereiro, 2011

Posted by Mônica Góes in Comportamento.
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Mulheres, cuidado com o que pedem ao universo. Para pedir ao cosmos é preciso ter cautela com o que deseja. Olhe para mim. Façam uma varredura de uns posts vários para trás e saberão o pedido maior que minha mente cuspia diariamente ao arquiteto do universo.

Era mais ou menos isso que eu pedia:

Pois é… papai do céu me deu alguém. Para eu constatar que o que precisava era muito menos do que tudo isso. Alguns itens seriam toltalmente dispensáveis e passariam desapercebidos. Ninguém daria falta. Outros acabaram vindo em demasia e em alguns momentos, sufocavam. O “fiel e gentil” seria suficiente em todo o contexto. E dois ítens, estes sim, seriam indispensáveis: respeito e compreensão.

Vai lá… não sou uma mulher comum, nem das mais fáceis de lidar. Mas em contra-partida, a minha forma de ver a vida é muito simples. É um estilo Do It de Lenini. Não tem meio termo.

Se sujou, cai fora
Se dá pé, namora
Tá doendo, chora
Tá caindo, escora
Não tá bom, melhora
Não tá bom, melhora…

Então não sou de me dar tempo fazendo análises profundas de situações diárias. Se está de cara feia e me diz que é fome, te dou comida. Resolvido. Se continua de cara feia e não quer falar porque está aborrecido ou de mal humor, de tou silêncio. Resolvido. Isso é respeito pelo estado emocional do outro, pelo saco do outro, pelos culhões do outro. Sou anormal, ou todo casal deveria ser mesmo assim?

Pois é… e por essas e outras, mais uma briga. Parei de contar na nº 765 por coisas corriqueiras. E este final de semana cheguei a extremos que não gostaria. E estou curtindo uma enxaqueca de quase 36h, depois de uma semana viajando a trabalho e todos os meus planos românticos irem pro brejo. No… I’m not fine…

Então testa aí minha sanidade num relacionamento. Vai que a maluca sou eu?

“Solidão é lava que cobre tudo…” 29 maio, 2009

Posted by Mônica Góes in Meus Escritos.
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Voltou… voltou aquela sensação ruim de que sou meia pessoa… metade de alguma coisa…

Eu estava convivendo bem com minha condição de “mulher solteira” (para não dizer literalmente sozinha). Mas existem momentos na nossa vida que a família, a melhor amiga, o filho, não bastam… nenhuma destas pessoas são tão importantes em alguns momentos como quando se tem “aquela” pessoa.

Aquela pessoa que no seu momento mais lascado de ruim, quando você superou sua própria capacidade de fazer merda, nem é tão crítico quanto sua família, nem tão compreensivo (ou seria complacente?) como seus amigos que nada lhe questionam e se viram nos 50 para te ajudar a achar uma solução para a cagada.  Aquela pessoa é o meio termo. E é capaz de te consolar com um abraço ou um colo que não é nem maternal, nem consolador. É aquele abraço… não é o que te completa apenas, mas sim o abraço que soma… que se faz uno… porque aquela pessoa existe simplesmente para isso.

E quando você tem uma grande vitória na vida? Uma grande conquista? É o máximo ver a vibração de orgulho da sua família. Fantásticos os elogios dos seus amigos. “Você botou pra fuder! Velho, eu sempre soube que você ia conseguir isso. Porque você é uma puta guerreira.” (Todos os palavrões na minha terra natal são elogios e neste contexto mais do que respeitosos). Mas você chega em casa, toma um banho, come… e vai pro quarto… deita… e fica aquele vazio. Faltou novamente aquele abraço que faz sua alma inflar de tanto orgulho de você mesma… de tanta felicidade por você mesma… que te faz sentir mais do que vencedora: uma deusa… faltou, se o abraço não é possível naquele momento, aquela coisa gostosa de deitar na cama, pegar o telefone, discar aquele número e dizer “amoooor, você não sabe o que aconteceeeeeeu!”

Faltou aquele amor… Me falta um amor que retire aquela sensação ruim de que sou meia pessoa… metade de alguma coisa…

(Mônica Góes, deprê, de verdade…)

A Lei do Caminhão de Lixo 31 janeiro, 2009

Posted by Mônica Góes in Textos.
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Eu pensei em reclamar muito neste sábado a respeito do decorrer da minha semana. Não posso negar que os sentimentos a respeito ainda estão fervilhando dentro de mim. E que algumas bolhas sobem do fundo do caldeirão do meu coração e explodem na superfície com tanta força que poderiam provacar uma reação nuclear. Mas ao ler este texto notei que não há jeito para certas coisas. Tem que ser assim. É preciso ser assim…

Um dia peguei um taxi e fomos direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando, de repente, um carro saltou de um estacionamento à nossa frente. O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça negativamente e começou a gritar, xingando-nos de tudo quanto era palavrão.

O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara. E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim eu perguntei:

– ‘Porque você fez isto? Aquele irresponsável quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!’

Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que ele chama de “A Lei do Caminhão de Lixo”.

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e muitas vezes descarregam sobre nós. Não tome isso pessoalmente. Apenas sorria, mesmo que fingido, acene, e vá em frente.

Não pegue o lixo delas e muito menos o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os seus caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso assim. Ame as pessoas que te tratam bem e ignore aquelas que não o fazem. Você não precisa carregar o lixo dos outros.

A vida é 50% o que Deus lhe oferece e 50% o que você faz dela.

Tenha um bom dia, livre do lixo alheio!

(Autoria desconhecida)

Natal 2008 25 dezembro, 2008

Posted by Mônica Góes in Amigos.
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Não foi bem o Natal que planejei… mas ainda bem que os amigos são a família que Deus nos pemitiu escolher… obrigada pela acolhida, miga! E cuide de “Tumiga” com carinho!!! Rssss

Mais uma vez… 21 dezembro, 2008

Posted by Mônica Góes in Música, Vídeos.
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