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Oh, why, oh why can’t i? 11 julho, 2012

Posted by Mônica Góes in Música, Vídeos.
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Mais um da série “Músicas que falam por mim…” 18 março, 2012

Posted by Mônica Góes in Estado de Espírito, Música, Vídeos.
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Sentimentos de ontem a noite 2 dezembro, 2011

Posted by Mônica Góes in Estado de Espírito, Meus Escritos.
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Uma pena que eu não tenha tido coragem de dizer o que meu coração gritava.
Que eu apenas tenha sido capaz de lhe olhar. Olhar com profunda admiração.
Olhar com aquele sentimento que você sente, mas não sabe definir. Ou simplesmente não tem um nome para dar. Só sabe que é bom.

O que há? 17 novembro, 2011

Posted by Mônica Góes in Comportamento, Estado de Espírito, Meus Escritos.
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É que eu sou apenas uma romântica inveterada (Graças a Deus!). Intensa com as palavras. Intensa de natureza.

Forte no atrair. Forte no repulsar.

Porém sei onde me movo. Para onde vou.

O que permeio. O que semeio. O que colho. O que quero. O que preciso. O que não me apraz. E vários “O que’s” desta vida desvairada.

Acontece que muitas vezes tudo que sou é inversamente proporcional à minha altura.

(Começo a achar que minha mãe está certa… devia escrever um livro…)

E hoje eu queria dançar um Taksim… 14 novembro, 2011

Posted by Mônica Góes in Estado de Espírito, Meus Escritos.
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Um Taksim é a dança do sentimento… do que a bailarina sente na hora. Do que ela ouve na música e o corpo flui… e vai…

É estranho e ao mesmo tempo novo, bom e interessante viver assim. Vivendo a música. A cada instrumento. A cada acordeom, a cada derbak, a cada flauta, a cada mizmar, a cada Nay… e deixar o corpo fluir. Responder. O corpo sempre responde sem pensar a cada instrumento. Não precisa pensar. O corpo sabe. Às vezes é temeroso e inseguro. Mas no ínitmo da dança, o corpo sabe.

Assim são as relações humanas. Culturalmente fomos educadas a viver a certeza dos elos das relações duradouras e quando não, eternas. Mas aprendemos que elas não são eternas. Quando vivenciamos uma morte, então, temos a certeza de que o que temos de verdade é apenas aquele último momento em que aquela pessoa nos deu um beijo e saiu. Mas ainda assim temos medo. Eu tenho medo.

Tenho medo do impossível. Tenho medo de dançar errado um Taksim.