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Reações Corporais 24 julho, 2011

Posted by Mônica Góes in Espiritualidade, Estado de Espírito, Textos.
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Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. O peito aperta quando o orgulho escraviza.O coração infarta quando chega a ingratidão. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a”criança interna” tiraniza. A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Preste atenção!

“Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.” (Mário Quintana)

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Nada está tão ruim que não possa piorar… 12 agosto, 2009

Posted by Mônica Góes in Saúde.
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Que semana… Ótima para um regime forçado… não bastasse estar com o lado esquerdo da boca comprometido por um canal feito dia 07 de julho, mas que ainda dói, agora também não posso mastigar do lado direito por causa de uma afta do tamanho de um caroço de feijão na lateral ao fundo da minha língua… só pode ser castigo…

Dores inatingíveis 11 junho, 2009

Posted by Mônica Góes in Saúde.
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Não. Este não é um post emocional. É um post fisiológico mesmo.

Não suporto dor. Bom… suportar talvez não seja bem a palavra. Com certeza a maioria das pessoas não suporta sentir dor. Mas eu em particular não tolero dor. Não tenho resistência a ela.

Principalmente as dores inatigíveis. Se você se corta, lava o ferimento, coloca um anti séptico e passa. Se está com dores abdominais toma um Buscopam e tudo certo. Dor de cabeça, nada que um analgésico não resolva. Mas tem certas dores que são literalmente de doer. Dor de dente? Passa com que? E dor de ouvido? Estas são as tais dores inatingíveis as quais me refiro. E a dois dias estou com enxaqueca…

Uma ZORRA que ela é igual a dor de cabeça! Não é MESMO!… achei uma descrição sensacional do que é o inferno desta dor. Tem um site SÓ sobre enxaqueca (www.enxaqueca.com.br).

A dor

A maioria (mas não a totalidade) das enxaquecas são acompanhadas por dor de cabeça.

Essa dor ocorre de um só lado (unilateral) em cerca de 2/3 das crises; ocorrendo nos dois lados no restante dos casos. Quando unilateral, ela pode mudar de lado em certos pacientes.

Ela costuma começar bem de leve, dor “surda”, passando a latejante conforme se intensifica. Piora aos esforços, ao abaixar-se e, em certos casos, mesmo ao andar

A intensidade da dor varia muito, mesmo durante uma crise. Pode ser desde uma dorzinha leve, até uma dor incapacitante. Ocasionalmente, podem ocorrer algumas “pontadas” e “fisgadas” na região dos olhos ou das têmporas. Estas “pontadas” podem ocorrer mesmo fora das crises numa boa fração dos pacientes.

A localização da dor pode ser em qualquer ponto da cabeça. Mais freqüentemente, encontram-se acometidos os olhos, têmporas, testa e pescoço.

A dor pode permanecer bem localizada, ou então irradiar-se, chegando a envolver a região dos músculos do pescoço e dos ombros.

Podem ocorrer dores na face, incluindo nariz, dentes e gengiva.

Pode doer o pescoço, na região da trajetória das artérias carótidas.

O horário de início pode ser a qualquer momento do dia ou da noite.

Não é incomum a pessoa acordar de madrugada com forte dor de cabeca.

Normalmente dura menos de um dia. Contudo, uma crise pode durar, não raro, 3 a 4 dias.

Durante as crises, o indivíduo prefere ficar parado, bem quieto, uma vez que o movimento piora a dor; o mesmo ocorrendo em relação a tosse.

Alguns colocam gelo onde dói. Outros preferem bolsa de água quente. Outros ainda, apertam a cabeca com as mãos, para encontrar algum alívio. Há pacientes que sentem alívio ao tomar um banho de chuveiro.

Pois é… a 2 dias a infeliz me atormenta do lado esquerdo da cabeça… parece que tem algo furando atrás do meu olho esquerdo… sem contar as náuseas que a infeliz me dá… agora vai e diz que é a mesma coisa…

Portanto, de péssimo humor hoje…

Doente mas viva… muito viva… 16 janeiro, 2009

Posted by Mônica Góes in Música, Pensamentos, Saúde, Vídeos.
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Completmente arreada na cama com uma espécie de gripe, resfriado, virose, ou quaisquer destas coisas que nos fazem espirrar, tossir, lacrimejar os olhos e ainda dá uma puta dor de cabeça.

Irritada por 1,5Kg a mais, fora do esperado e que insiste em se concentrar na barriga. Quem sabe esse dia de cama faz sumir?

Mas sempre tomando cuidado com os meus desejos… afinal eles podem virar realidade…

Diga que me ama
Vânia Abreu
Composição: Péri

Diga que me ama
Seja minha guia
Nossa travessia
Nunca chega ao fim
Guarde seu veneno
Baixe suas armas
Dê o seu sorriso só pra mim

Vem fazer a festa
No pátio lá de casa
Diga que eu não presto
Mas diga mesmo assim
Me jogue na parede
Me leve na garupa
Que eu não tenho culpa de ser assim

Diga que me ama
Seja minha guia
Nossa travessia
Nunca chega ao fim
Guarde seu veneno
Baixe suas armas
Dê o seu sorriso só pra mim

Abra suas asas
Deixe que eu te atenda
A sua vontade
É uma ordem para mim
Vou fazer a cama
Vou te dar amores
Sem pisar nas flores do seu jardim