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Governança de TI terá ‘avaliação’ em 2007 21 novembro, 2006

Posted by Mônica Góes in Tecnologia da Informação.
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Pelo visto minha pós não será à toa… Estava pensando em fazer algum tipo de certificação e eis que chega uma notícia bem interessante, Governança de TI terá ‘avaliação’ em 2007

Tomara que chegue mesmo ao mercado.

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Sobre um certo comentário recusado 21 junho, 2006

Posted by Mônica Góes in Críticas.
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Recebi um comentário a respeito do post abaixo. Infelizmente fui obrigada a o recusar pois não publico posts anônimos no meu blogger. Mas, dado o teor do comentário, não poderia deixar de tecer aqui explicações de caráter instrutivo:

1. Segundo Peter Weill e Jeanne Ross em seu livro Governança de TI, este termo refere-se “a especificação dos direitos decisórios e do framework de responsabilidades para estimular comportamentos desejáveis na utilização de TI”. Complementa ainda: “comportamentos desejáveis que diferem de empresa para empresa”. Desta forma, creio que fica claro que Governança de TI se aplica a qualquer empresa, de qualquer ramo, que necessite administrar os direitos decisórios de TI e melhorar seus desempenhos e resultados. Ou seja, o conceito não se aplica somente para a empresa citada no comentário, até porque a mesma não foi citada no post. O que não me falta, em virtude das atividades profissionais que executo, são exemplos onde a Governança de TI poderia e deveria ser aplicada, dentro da área de atuação da empresa citada no comentário e fora dela, nas áreas mais diversas de mercado. No mais, planejamento e estratégia podem ser aplicados em quaisquer outros setores da existência. A correlação realizada no comentário é de propriedade do autor.

2. Acho que a leitura do texto não foi feita a contento e não foi compreendida no seu mais trivial. Quem ordenava as decapitações era o comandante. Não o soldado. Soldados não decapitam comandantes. (Ao menos até onde li o livro)

3. A ditadura já acabou a muito tempo. E com ela veio a liberdade de expressão. Portanto, no próximo anseio de comentar um post deste blogger, liberte-se! Assine! E ele será publicado e comentado com todo prazer!.

Saudações a todos!

P.S. Pode ser que, quem enviou o comentário, tenha esquecido de assinar. Acontece muito. Desta forma, se foi isto que aconteceu, reitero tudo que narrei, abstraindo apenas o item 3. 😉

Pós-Graduação Parte II – Estratégia Empresarial 24 maio, 2006

Posted by Mônica Góes in Sem categoria.
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Mais uma vez a Pós-Graduação… trazendo para a vida prática e pessoal, a vida empresarial. Muitos já devem ter visto este texto em algum lugar. Desconheço a autoria (quem souber me ajude).
“Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.

Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver as crianças livres, alegres e simples que mora dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para falar “eu errei”.

É ter ousadia para dizer “me perdoe”.

É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”.

É ter capacidade de dizer “eu te amo”.

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo. Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida. E descobrirá que… Ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo. Jamais desista de ser feliz!”

É divino quando olhamos uma lição por vários ângulos. Principalmente quando trazemos lições aparentemente genéricas para o recôndito do nosso ser. Tudo começou quando meu mestre (Aproveitando e agradecendo ao professor e Mestre Josias França – creio que ele nem imagina a que ponto seu lecionar chegou…) apresentou o conceito de VALORES

“Não pergunte em que princípios devemos acreditar. Pergunte em que princípios acreditamos de fato e defendemos com paixão”

(Collins & Porras – Feitas para Durar)

Tirando o gozado da autoria, este mestre defendeu que devemos acreditar e amar o que fazemos… senão… já era… Um teste fantástico, que postarei aqui amanhã com calma, para também privilegiar meus amigos com esta descoberta, mostrou quais são as prioridades da minha vida… e sabe o que percebi? Que minhas prioridades estão em total dissonância com tudo que estou “correndo atrás” hoje.

Em seguida, um vídeo: “Quem Mexeu no Meu Queijo?”. Acredito que 80% das pessoas que conheço devem ter lido este livro que ele nos apresentou em vídeo.

Se não leu, leia.

Eu li a dois anos atrás e achei que era um determinado personagem. Assisti o vídeo hoje e me vi em outro. E, apesar das dificuldades, fiquei feliz com o que vi… Tudo muda… as empresas mudam e você também! Hoje você pode ser o duende Hen… amanhã você pode ser o duende Haw… mas tudo, seja no âmbito pessoal profissional ou organizacional, tudo muda. E não adianta ficar “com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar” como diria Raulzito. Temos que aplicar a técnica empregada pelo mestre Josias: TVN. Traduzindo, “Te Vira, Negão!”.

E assim, entre todas as lições de Estratégia Empresarial, enxerguei e resolvi traçar um planejamento estratégico para a maior empresa que existe no mundo:

EU!

“A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”

(Peter Drucker)

Pós-Graduação 23 maio, 2006

Posted by Mônica Góes in Sem categoria.
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Acho que na crise que estou vivendo o mais acertado foi não me desfazer de imediato da pós-graduação… Pode ser que venha precisar vir a fazer isso… mas por enquanto não… Sorver conhecimentos é muito importante… todos os dias sugar o máximo que a vida e as pessoas têm a lhe ensinar… de bom, lógico!

Estou fazendo uma Pós em Gestão da Qualiadade e Governança da Tecnologia da Informação. E nenhuma disciplina ainda havia me chamado tanto atenção quanto a desta semana: Estratégia Empresarial. Pode ser inerente ao momento que estou vivendo profissionalmente, mas uma coisa é fato: ter uma boa estratégia e ser acertivo dentro de uma organanização depende de uma série de fatores. E ser um bom empreendedor, fazer seu negócio dar certo às vezes está ligado a fatores que você nem sequer imagina. Ou fatores aos quais você não dê a menor importância.

Colhi alguns trechos da aula e trouxe para aqui… reflitam a respeito da forma que melhor aprouver. Eu sei muito bem o que fazer com cada uma destas informações que me fizeram pensar hoje.

Os Cegos e o Elefante

Por John Godfray Saxe (1816 – 1887)

Eram cinco homens do Hindustão,
inclinados para aprender muito,
Que foram ver o Elefante.
Embora todos fossem cegos,
cada um, por observação,
poderia satisfazer sua mente.

O Primeiro aproximou-se do Elefante,
e aconteceu de chocar-se
contra seu amplo e forte Lado.
Imediatamente começou a gritar:
“Deus me abençoe, mas o Elefante
é semelhante a um muro”.

O segundo, pegando na presa,
gritou, “Oh! O que temos aqui,
tão redondo, liso e pontiagudo?
Para mim isto é muito claro,
Esta maravilha de elefante
é muito semelhante a uma lança”

O Terceiro aproximou-se do animal
e aconteceu de pegar
a sinuosa tromba com suas mãos.
Assim, falou em voz alta:
“Vejo”, disse ele, “O Elefante,
é muito parecido com uma cobra!”

O Quarto esticou a mão, ansioso,
e apalpou em torno do joelho.
“Com o que este maravilhoso animal
se parece é muito fácil”, disse ele
“Está bem claro que o Elefante
é muito semelhante a uma árvore!”

O Quinto, por acaso, tocou a orelha,
e disse: “Até um cego
pode dizer com o que ele se parece:
Negue quem puder,
esta maravilha de Elefante
é muito parecido com um leque!”

O Sexto, mal havia começado
a apalpar o animal,
pegou na cauda que balançava
e veio ao seu alcance,
“Vejo”, disse ele, “O Elefante:
é muito semelhante a uma corda!”

E assim esses homens do Hindustão
discutiram por muito tempo,
cada um com sua opinião,
excessivamente rígida e forte.
Embora cada um estivesse, em parte, certo,
todos estavam errados!

Moral
Com freqüência, as pessoas numa empresa
prosseguem em total ignorância
daquilo que cada um dos outros quer dizer,
e discutem sobre um Elefante,
que nenhum deles viu!

“Existem cinco tipos de organizações: aquelas que fazem as coisas acontecerem; aquelas que acham que fazem as coisas acontecerem; aquelas que observam as coisas acontecerem; aquelas que se surpreendem quando as coisas acontecem e aquelas que não sabem o que aconteceu”. (Autor Desconhecido)

Não me ofereça coisas.

(Autor Desconhecido)

Não me ofereça sapatos. Ofereça-me comodidade para meus pés e prazer de caminhar.

Não me ofereça casa. Ofereça-me segurança, conforto e um lugar que prime pela limpeza e felicidade.

Não me ofereça livros. Ofereça-me horas de prazer e benefício do conhecimento.

Não me ofereça discos. Ofereça-me lazer e a sonoridade da música.

Não me ofereça ferramentas. Ofereça-me o benefício e o prazer de fazer coisas bonitas.

Não me ofereça móveis. Ofereça-me conforto e tranquilidade de um ambiente aconchegante.

Não me ofereça coisas. Ofereça-me idéias, emoções, ambiência, sentimentos e benefícios.

Por favor, não me ofereça coisas”