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Quando eu subo ao palco… 10 dezembro, 2011

Posted by Mônica Góes in Dança do Ventre, Estado de Espírito.
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Dança do ventre… Ah, a dança do ventre! Quando eu subo ao palco não é para o público… pode parecer estranho… mas eu subo ao palco para mim.

Sim, lógico. Subo para apresentar. Preocupo-me com os passos, com os movimentos, com a coreografia, com os acertos, com a melhor música. Mas como diz um fotógrafo especialista em bailarinas que adoro, André Santos, subimos para nos divertir. O resto o público sente.

Eu não subo para ser a melhor. Para ter a roupa mais bonita. Para fazer os movimentos mais difíceis, mais chocantes. Para tremer mais que todo mundo. Eu simplesmente subo para dançar. Para sorrir. Ou para interiorizar. Para ondular. Para flutuar. Depende do dia. Do meu estado de espírito.

Se for um baladi, como hoje, eu jamais tentarei uma alta performance… é só uma baladi! A dança da terra, da alegria. Da egípcia na sala de casa. Comemorando a vida! Então será apenas um baladi. No dia que eu estiver com a alma performática, quem sabe eu faça um solo de derbak?

Mas ainda assim, serei apenas eu… apenas Najma Nayyirah…

IV Festival Aldeia Ventre

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Tudo de bom! 5 abril, 2009

Posted by Mônica Góes in Dança do Ventre, Fotos, Vídeos.
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Ok… tenho 2 meses longe daqui. Mudanças, correria, novidades. Tudo de bom!

Deixo como marco o Mercado Persa de 2009 em São Paulo. Uma bela associação! E um monte de vídeos fantásticos do que vi lá. Em especial os de Carlla Sillveira! 😀

Espelho, espelho meu… existe alguém mais gorda do que eu? 24 janeiro, 2009

Posted by Mônica Góes in Comportamento, Dança do Ventre.
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Depois de um mês longe da minha amada dança do ventre, não existe nada mais revelador do que os espelhos do stúdio ao meu regresso. Engordei. F-U-D-E-U, engordei!

Tá… chamem-me de louca, anoréxica, venha com aquele papinho imbecil “agora você está ótima, antes você estava magra demais”.

Desculpa queridos… nao tenho distúrbios alimentares e a tentativa de consolo não convence.

Esse é o corpo que eu quero. O corpo que me acompanhou em novembro, no meu primeiro festival de dança do ventre (que não postei aqui sabe-se lá porque cargas d’água) até dezembro.  

Taiane e eu... na minha versão predileta.

Taiane e eu... na minha versão predileta.

Ao menos a barriga que eu quero, pois quando engordo 500 gramas, ela salta a olhos vistos para meu desespero completo e total e dedicação de um post. E ninguém se atreva a me pedir uma ” foto do depois” (atual) se não temer a morte. Pois da última vez que me pesei estamos falando de um acréscimo de 1,5kg. Aliás, deixo até uma foto do depois. Em dezembro. Este é o estado da arte:

O Estado da Arte

Entrar janeiro apoiando o braço na pança é o fim. Malhar… não adianta me enganar. Já gostei muito, já “comi muito ferro” mas hoje faria por obrigação. E nada que se faz por obrigação (ao menos comigo) dá certo. Deixo a dança como minha atividade física. Mais dois festivais destes e eu fico filé de borboleta de novo. E isso sim faço com prazer. Basta ver as fotos e os vídeos. 

Mas mesmo assim, vou ficar. HEI de ficar novamente FILÉ DE BUTTERFLY!