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Não posso reclamar de nada… 26 março, 2013

Posted by Mônica Góes in Estado de Espírito, Pensamentos.
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“Não posso reclamar de nada
Se eu tenho você aqui
Iluminando o chão da estrada
Caminho que eu escolhi
Não posso acomodar na fala
As coisas que são pra sentir
É só olhar na minha cara
Pra ver meu coração sorrir
Você foi o melhor presente
Que tão gentilmente a vida me deu
agora é só cuidar direito
É tudo tão perfeito
Entre você e eu”
(Fábio Jr.)

Antes que o mundo acabe… 1 dezembro, 2012

Posted by Mônica Góes in Amor, Comportamento, Espiritualidade, Estado de Espírito, Meus Escritos, Pensamentos.
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Os últimos meses foram bem movimentados. Tensos, alegres, tristes, excitantes, desafiadores… Um misto de sentimentos, ações, mudanças e numa velocidade como se o ano tivesse acontecido inteiro em três meses.

É bom e interessante pois tudo que planeje, sonhei, esperei, vem acontecendo em cada um dos segmentos da minha vida. Mas nada vem de graça e junto com benesses vem as cobranças. Da vida, das pessoas, do corpo e, pelo que percebi hoje, até da alma.

Sorte no amor, sorte na profissão, equilíbrio financeiro, tempo para a maternidade, um lar pra chamar de meu, saúde e paz de espírito na melhor reforma íntima que eu conseguisse realizar dentro das minhas tantas limitações humanas. Eram os meus módicos desejos entrava ano novo saia ano novo. E vejo no finalzinho de 2012 tudo começar a acontecer numa velocidade avassaladora.

Meu namorado diria: “sorte não, Little. Merecimento.”

Mas chegou a hora de me mostrar digna de usufruir do meu merecimento. Ter mais saúde. Antes que eu ganhe carteirinha de sócia do Hospital Aliança. Meu corpo não aguenta mais nada. Acho que ando sendo cruel com ele.

Minha mente pede um pouco de serenidade. Precisando fazer urgente uma VPN “lá pra cima”. Porque “tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo”.

Afinal, já que mereci isso tudo, não posso perder mais tempo. Vai lá que o mundo acaba mesmo?

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Vi, não vivi 9 dezembro, 2009

Posted by Mônica Góes in Comportamento, Música, Meus Escritos, Pensamentos.
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Coisa estranha… antes era o nada. Agora são vários. A beleza sem compromisso. A afinidade em crise com a distância. A gentileza instável. E agora o cuidado… bem… o cuidado está em busca da antítese que já virou padrão… e tudo fica assim… horas o coração não faz clique, horas não vejo Eros, isso quando não vejo logo de cara e em primeira mão os limites… não bate onda e estou tentando conter os meus palpites…

Vi, Não Vivi

Zélia Duncan

Primeira vez que eu te vi
Meu coração não fez clique
Se ouvi ou vi, não vivi
Seu clique, seu trique-trique
Não vi sushi, sashimi
Nem eros, nem afrodite
Primeira vez que eu te vi
Primeiro vi seus limites

Vi, não vivi
Não senti onda por ti, não senti
Nem o menor apetite
Não senti o tremelique
Senti
Não me deu onda por ti
Não vivi
Não senti frenesi
Nem o menor apetite
Não senti tremelique
Senti

Não vi nenhum colibri
Não vi sua “bad trip”
Sino batendo, não ouvi
Nem vi se havia convite
Sol, búzios, nós dois ali
Com ares de casal 20
Nem com os olhos comi
Nem “veni”, nem “vidi” nem “vinci”

Vi, não vivi
Não senti onda por ti, não senti
Nem o menor apetite
Não senti o tremelique
Senti
Não me deu onda por ti
Não vivi
Não senti frenesi
Nem o menor apetite
Não senti tremelique
Senti

Primeira vez que eu te vi
Contive os meus palpites
Falei de rilke, leminski
Assim que vi seus grafites

Vi, não vivi
Não senti onda por ti, não senti
Nem o menor apetite
Não senti o tremelique
Senti
Não me deu onda por ti
Não vivi
Não senti frenesi
Nem o menor apetite
Não senti tremelique
Senti

Talvez a precipitação não seja uma boa idéia… 14 outubro, 2009

Posted by Mônica Góes in Comportamento, Críticas, Espiritualidade, Meus Escritos, Pensamentos.
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Recebi uma mensagem (não… não é o lindo poema do Frabrizio 🙂 ) e voltei a me reavaliar…

Talvez eu esteja pré-julgando… ou não… de toda sorte, voltou-me à cabeça a Oração Para Não Incomodar. Para quem não conhece, clique aqui.

Ando meio revoltada…

Energia monetária 7 junho, 2009

Posted by Mônica Góes in Comportamento, Meus Escritos, Pensamentos.
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Ontem assisti a uma palestra sobre Energia Monetária. Muitas coisas eu já sabia, outras eu nunca avaliei, algumas eu jamais ouvi falar e destas últimas confesso que não entendi lhufas.

Mas uma pergunta interessante (e que se não bem direcionada pode fazer uma pessoa surtar): O que você planeja para sua vida?

Não sei na sua cabeça, mas na minha vem uma ascenção profissional bacana (que já comecei a alguns anos, afff…), um bom emprego, um salário adequado, uma família constituída, estável, harmônica.  Ou seja: condições mínimas para uma boa subsistência e consequente sobrevivência…

Aí uma pessoa te diz que tudo isto é fruto não do que você efetivamente precisa, mas coisas que o capitalismo e sociedade ditam que você precisa para entrar nos moldes do aceitável. Ok… concordo… (em partes). E que este é o “luxo material” que nos faz esquecer do “luxo da essência”. Este último, coisas simples que gostamos de fazer e que não requer roupa de marca, comida sofisticada, carro do ano, aparências para o exterior. Bom… uma boa verdade. Um pôr-do-sol, um sorvete no fim de tarde, brincar com seu filho, um dvd com pipoca, ou seja, coisas que de tão preocupados em TER, nos faz esquecermos de SER. Depois desta explanação (e aí vem o surto…) veio de novo a pergunta: “O que você planeja para sua vida?”

Vazio. Eco. “Tudo o que você sabe está errado”, plagiando um amigo meu, Osmar. Esquecer de TER e focar no seu luxo essencial.

Concordo que nossa vida ultimamente anda calcada em coisas que queremos ter e num ser social ditado pelo capitalismo. Porém, o luxo essencial não paga a escola de meu filho nem a conta de luz. Ok… não sejamos tão radicais e ponderemos as coisas. Chega de drama por hora. Mas na dinâmica de pensar em boas lembranças de sua vida baseadas neste conceito de luxo essencial, de fato tem experiências muito melhores do que degustar uma garrafa de vinho de R$ 70,00 (apesar de que, baixando o valor da garrafa e associando uma bela noite de luar, pode ser um luxo essencial e tanto 🙂 ). Lembrei de Mirabel…

Para os desmemoriados ou que não tiveram infância! hauhauahua

Para os desmemoriados ou que não tiveram infância! hauhauahua

Mirabel com refrigerante quente (na minha escola não tinha frigobar na sala como na de meu filho) no recreio (e não no “intervalo”). Era bom demais! Sinto o cheiro do recreio, das lancheiras sendo abertas nas mesas, nos bancos largos do salão, no chão… luxo essencial.

Ótima dinâmica… mas perigosa e que pode a levar a um surto muito maior. Lembre (você aí também) do momento mais marcante de sua infância. Não sei para você que me lê, mas para mim, que fui uma criança criada em cima do luxo material, não achei nada para lembrar dissociando estes conceitos. Ao menos da minha primeira infância. E o que marcou de fato, não foi lá uma das melhores experiências (nada grave, não aguce a curiosidade e a criatividade porque não vale a pena!). Pais envolvidos no luxo material podem errar (tentando acertar) criando seus filhos da mesma forma.

Ok, ok, ok… mas chega de viagem. Essa parte da minha essência (ou neuroses se preferir. De perto ninguém é normal) eu trato na terapia. Mas vamos ao conceito primordial compreendido pela minha ignóbil pessoa a respeito da palestra. A energia monetária flui quando você traz para si mais luxos essenciais. Quando você não vive de aparências desejando coisas que naquele momento você definitivamente-não-pode-ter. (Farei um post interessante sobre o que você deseja e pede. Farei um beta para ver se funciona! kkkk). Quando você aplica na sua vida o princípio do vazio (Essa eu já conhecia e vira e mexe faço. Odeio quinquilharia e coisa velha. Se não o conhece, use o Bing – www.bing.com.br – e pesquise 😀 ). Ou seja, crie espaço para as coisas chegarem até você. Não o que ditam que você precisa ter para não ser um fracassado, mas aquilo que você realmente precisa ter e que te faz bem.

E agora? O que você planeja para sua vida? (Quando eu achar a resposta te conto!) 🙂