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Antes que o mundo acabe… 1 dezembro, 2012

Posted by Mônica Góes in Amor, Comportamento, Espiritualidade, Estado de Espírito, Meus Escritos, Pensamentos.
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Os últimos meses foram bem movimentados. Tensos, alegres, tristes, excitantes, desafiadores… Um misto de sentimentos, ações, mudanças e numa velocidade como se o ano tivesse acontecido inteiro em três meses.

É bom e interessante pois tudo que planeje, sonhei, esperei, vem acontecendo em cada um dos segmentos da minha vida. Mas nada vem de graça e junto com benesses vem as cobranças. Da vida, das pessoas, do corpo e, pelo que percebi hoje, até da alma.

Sorte no amor, sorte na profissão, equilíbrio financeiro, tempo para a maternidade, um lar pra chamar de meu, saúde e paz de espírito na melhor reforma íntima que eu conseguisse realizar dentro das minhas tantas limitações humanas. Eram os meus módicos desejos entrava ano novo saia ano novo. E vejo no finalzinho de 2012 tudo começar a acontecer numa velocidade avassaladora.

Meu namorado diria: “sorte não, Little. Merecimento.”

Mas chegou a hora de me mostrar digna de usufruir do meu merecimento. Ter mais saúde. Antes que eu ganhe carteirinha de sócia do Hospital Aliança. Meu corpo não aguenta mais nada. Acho que ando sendo cruel com ele.

Minha mente pede um pouco de serenidade. Precisando fazer urgente uma VPN “lá pra cima”. Porque “tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo”.

Afinal, já que mereci isso tudo, não posso perder mais tempo. Vai lá que o mundo acaba mesmo?

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Quando a gente se acostuma… 25 junho, 2012

Posted by Mônica Góes in Amor, Meus Escritos.
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A gente se acostuma… Se acostuma ao sorriso, ao olhar… Ao cheiro do lado da cama… À toalha a mais no banheiro.
Se acostuma a camisa pendurada… A um num notebook vendo vídeos e o outros amenidades… Se acostuma ao abraço que aninha, que protege, que aconchega…

É… A gente se acostuma… E chega à deliciosa conclusão de que ficar mal acostumado é bom demais.

Estou chegando na idade da justiceira! 17 abril, 2012

Posted by Mônica Góes in Comportamento, Meus Escritos.
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Sei não. Estou ficando velha e chata. Ou seria velha e justa? Tem coisas que não ando aceitando mais com tanta tolerância. Desde gente que não pára o carro na faixa de pedestre, os mais espertos no trânsito nas ultrapassagens, os que tomam duas vagas no estacionamento, até os que acham que gentileza foi feita para infrigir direitos legais. E esta última tem sido a bola da vez da semana. Nem vou citar nomes aqui. Vou deixar um link e uma página no Facebook: www.tudocoisaminha.com.br e a página do referido no Facebook.

O esquema é assim (ou era, porque as regras do site foram mudadas da noite para o dia bem como todo o layout): Compre, pague em 24h, espere de forma “delongada” já que está levando tudo a preço de banana na feira. Até aí justo. Justíssimo. Mas você pode pedir o reembolso caso não queira esperar mais. É aí que os problemas estão acontecendo. E-mails, MSN, posts no site, no Facebook. Tudo sem resposta. E tem um mulherada sem fim com MEDO de falar. Reclamar. Gente: Código de Defesa do Consumidor!

Parece favor, mas desculpa, não é! É relação de compra e venda!

O mais impressionante, é que as pessoas (acredito que os brasileiros em especial) estão com mania de temer isso. Ou achar normal. Ou usar o bom e velho “deixa pra lá”.

Eu estou cansada de deixar pra lá… acho que estou realmente ficando uma velha chata…

Mas ainda estou aceitando meu dinheiro de volta, viu?

A mulher é plena quando pode cuidar 4 dezembro, 2011

Posted by Mônica Góes in Estado de Espírito, Meus Escritos.
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Uma mulher se sente plena quando pode cuidar. Faz parte do feminino cuidar. Não só dos filhos. Cuidar do companheiro também é bom. É bom se sentir útil porque passou a noite vigiando a inquietude dele. Ou tomou as rédeas da situação quando o viu num mal estar.

Nós mulheres queimamos os sutiãs e esquecemos do quão é bom exercer estas coisas tão meigas e tão cheias de candura que nosa fazem sentir tão belas e tão importantes dentro da vida das pessoas. Principalmente dos homens.

Sentimentos de ontem a noite 2 dezembro, 2011

Posted by Mônica Góes in Estado de Espírito, Meus Escritos.
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Uma pena que eu não tenha tido coragem de dizer o que meu coração gritava.
Que eu apenas tenha sido capaz de lhe olhar. Olhar com profunda admiração.
Olhar com aquele sentimento que você sente, mas não sabe definir. Ou simplesmente não tem um nome para dar. Só sabe que é bom.