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Opinião de um homem sobre o corpo feminino 20 outubro, 2009

Posted by Mônica Góes in Comportamento, Críticas, Textos.
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Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
 
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.
 
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
 
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
 
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
 
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
 
É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
 
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
 
As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
 
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que  quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
 
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
 
A beleza é tudo isto.
 
 
 (Autoria atribuída a Paulo Coelho)

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Talvez a precipitação não seja uma boa idéia… 14 outubro, 2009

Posted by Mônica Góes in Comportamento, Críticas, Espiritualidade, Meus Escritos, Pensamentos.
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Recebi uma mensagem (não… não é o lindo poema do Frabrizio 🙂 ) e voltei a me reavaliar…

Talvez eu esteja pré-julgando… ou não… de toda sorte, voltou-me à cabeça a Oração Para Não Incomodar. Para quem não conhece, clique aqui.

Ando meio revoltada…

DOUTORADO NA PUC – TEMA: "PREGUIÇA BAIANA" DÁ DOUTORADO À PAULISTA! 6 março, 2007

Posted by Mônica Góes in Críticas, Textos.
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Não sei a origem desta matéria. Nem a autoria. Recebi por e-mail. Mas verídica ou não, com dados reais ou não, denota uma grande verdade a respeito da suposta “Preguiça Baiana”. Baiano de preguiçoso não tem absolutamente nada.

“Preguiça baiana” é faceta do racismo. A famosa “malemolência” ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo, segundo concluiu uma tese de doutorado defendida na USP.

A pesquisa que resultou nessa tese durou quatro anos e foi defendida no início de setembro pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é, muitas vezes, mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de “festa eterna”.

Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. “Quem se diverte é o turista”, diz a antropóloga. O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou.

Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas, que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatório contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia.

O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista. A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que consideravam os escravos indolentes e preguiçosos devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão????). Depois se espalhou, de forma acentuada, no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de “proteção” dos seus empregos.

Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymi,Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem.

“Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial das cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil”, diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: “A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo”.

Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente.

“Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.”

O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América Latina. Para tirar as conclusões acerca da origem do termo “preguiça baiana”, a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas.

O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de Carnaval na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24/06), que é feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia). Em fevereiro (Carnaval), uma empresa com sede no Pólo Petroquímico da Bahia teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n°de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada).

Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil).

Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados “desocupados” (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13° lugar.

Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o estado e inflando a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos, financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas, terceiro setor).

Desta forma, acabemos com o estereótipo de que o baiano é preguiçoso. Muito pelo contrário, somos dinâmicos e criativos. A diferença consiste na alegria de viver, e por isso, sempre encontramos animação para sair, depois do expediente ou da aula, para nos divertir com os amigos.

Sobre um certo comentário recusado 21 junho, 2006

Posted by Mônica Góes in Críticas.
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2 comments
Recebi um comentário a respeito do post abaixo. Infelizmente fui obrigada a o recusar pois não publico posts anônimos no meu blogger. Mas, dado o teor do comentário, não poderia deixar de tecer aqui explicações de caráter instrutivo:

1. Segundo Peter Weill e Jeanne Ross em seu livro Governança de TI, este termo refere-se “a especificação dos direitos decisórios e do framework de responsabilidades para estimular comportamentos desejáveis na utilização de TI”. Complementa ainda: “comportamentos desejáveis que diferem de empresa para empresa”. Desta forma, creio que fica claro que Governança de TI se aplica a qualquer empresa, de qualquer ramo, que necessite administrar os direitos decisórios de TI e melhorar seus desempenhos e resultados. Ou seja, o conceito não se aplica somente para a empresa citada no comentário, até porque a mesma não foi citada no post. O que não me falta, em virtude das atividades profissionais que executo, são exemplos onde a Governança de TI poderia e deveria ser aplicada, dentro da área de atuação da empresa citada no comentário e fora dela, nas áreas mais diversas de mercado. No mais, planejamento e estratégia podem ser aplicados em quaisquer outros setores da existência. A correlação realizada no comentário é de propriedade do autor.

2. Acho que a leitura do texto não foi feita a contento e não foi compreendida no seu mais trivial. Quem ordenava as decapitações era o comandante. Não o soldado. Soldados não decapitam comandantes. (Ao menos até onde li o livro)

3. A ditadura já acabou a muito tempo. E com ela veio a liberdade de expressão. Portanto, no próximo anseio de comentar um post deste blogger, liberte-se! Assine! E ele será publicado e comentado com todo prazer!.

Saudações a todos!

P.S. Pode ser que, quem enviou o comentário, tenha esquecido de assinar. Acontece muito. Desta forma, se foi isto que aconteceu, reitero tudo que narrei, abstraindo apenas o item 3. 😉