Festa Árabe Beth Soares 31 Julho, 2009
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Muito grata ao convite de Beth para dançar em seu estúdio de dança, lá vou eu! Pela primeira vez na cidade… DE IMPROVISO!!!
Baladi da Aldeia Ventre no Festival Bahia Brasil de Danças Árabes 18 Julho, 2009
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E lá estou eu!
O Baladi é uma versão folclórica do significado da terra, do campo e envolve no Egito o regionalismo. Confira!
Festival Bahia Brasil de Danças Árabes 22 Junho, 2009
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VI Tarde Egípcia Aldeia Ventre 12 Junho, 2009
Posted by Mônica Góes in Dança do Ventre, Teatro, Vídeos.Tags: Alegria, Dança do Ventre, Emoção, Sucesso
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Essa foi a primeira vez que me apresentei num teatro. Nunca fiquei tão nervosa desde o Jardim de Infância! rsrsrsrsr
Acho que não registrei nada deste evento que aconteceu 30 de agosto de 2008. Foi muito bom… e teatro lotado! (Que “medaaaa”)
Valeu Josy por publicar! Agora só falta se batizar de uma vez por todas né?
Ahhhh lá em casa… 19 Abril, 2009
Posted by Mônica Góes in Dança do Ventre, Vídeos.Tags: Dança do Ventre, Homens, Perfeição, Sorriso
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Mais bonito que ver as mulheres dançando é entrar numa roda com eles… LÓGICO!
A palavra dabke significa “bater o pé no chão”. É dançado no Líbano, Síria, Jordânia e Palestina. Pode ser feito só por homens, só por mulheres ou por ambos, dependendo da tradição local. É feito em filas que podem se quebrar em formações. Os dançarinos podem dar as mãos ou colocá-las no quadril, com os cotovelos para fora. O líder é quem determina os passos da dança, guiando da ponta da fila girando seu lenço branco no tempo da batida. Quando os outros dançarinos estão acompanhando devidamente, ele começa a enfeitar o passo que acabou de criar com pulos, giros e viradas em que for hábil. Ele pode sair da fila e se mover nela para fazer passos sozinho ou desafiar os outros a dançarem sozinhos. O líder fica na ponta direita da fila, mas há pelo menos uma exceção notável, que é a “hora/debka” israelita, onde o líder fica na ponta esquerda da fila e esta move na direção oposta. O ritmo pode ser uma marcha reta e batida de pé, ou pode vir intrinsecamente sincopado. Os movimentos dos dançarinos variam de uma pisada à frente a um passo contínuo simples, dobrar o joelho várias vezes, uma combinação de pulo e chute e o batimento ritmado com o pé. Há também pulinhos, saltinhos e movimentos trabalhados com os pés. O líder pode rodar um guardanapo ou lencinho. O sentimento (sensação) da dança é ditado pelos músicos – particularmente o flautista tocando o Nai – e pelo RAS (líder). A vantagem da flauta na dança é que aquele que a toca também pode participar. Às vezes seu toque parece levar os dançarinos a um transe onde eles andam arrastando e sacudindo por muito tempo sem mudar o passo. Outras vezes ele pode incentivar pulos e gritos até a exaustão. Essa dança é realizada por grupos profissionais em apresentações e também por pessoas comuns em casamentos e festas. É gostosa de dançar e linda de assistir. Há semelhanças com outras danças, como o Hasapiko rápido grego (não o Vari Hasapiko), Macedonian Oro, Bulgarian Horo, que são todos baseados no mesmo padrão passo-passo-passo-chute-passo-chute.
curiosidade: Tasha Banat diz que o dabke às vezes é dançado com um bastão, mas que não tem nenhuma relação com o Tahtib ou dança da bengala egípcia (Saidi). Ele diz que quando um galho reto de oliva é encontrado (algo muito incomum, devido ao jeito que as oliveiras crescem) é considerado sinal de boa sorte. O ramo pode ser retirado da árvore e esculpido em forma de uma bengala sem gancho, geralmente em espiral. Então ele é levado durante a dança e pode ser balançado ou segurado no alto, para enfatizar, mas não é usado como instrumento marcial como o Assaya é no Tahtib… é apenas um símbolo de boa sorte.
Fonte: http://www.angelfire.com/co2/dventre/dabke.html


































